A comunidade
com o nome de Dona Cândida teve o seu inicio no século XIX, pelos imigrantes
italianos, o nome de Cândida se deu a Senhora Saboia Viriato de Medeiros.
No ano de mil novecentos e oito, foi ocupada por Guiusto Dalmagro, Victore Tremea, Luigi Matei, Antônio Celso, Delfino Mingori e João Guizzi.
Segundo os relatos que nos contam eles encontraram grandes dificuldades, a precariedade dos meios de transportes para chegar até este destino, com os poucos recursos que tinham foram abrindo caminhos, na época eles tiveram uma pequena ajuda do governo, como: foice, machado, armas e sementes para ali se situarem.
No ano de mil oitocentos e noventa vindos da Itália os Sºs Belludo, Cremora, Tirol Padora Veneza, deixando para traz amigos e parentes e foram em busca da Terra de lá Cucagna, que quer dizer que levaram quarenta dias para chegar a terra aonde eles queriam, a viagem foi com um barco e só andavam quando o vento soprasse a seu favor quando não era ao destino jogavam correntes para poder parar a viagem, nesta viagem se algum tripulante morresse era jogado ao mar, pois não tinham outro jeito.
As primeiras casas eram feitas de madeira e seu coberto de palhas trançadas para se proteger da chuva e demais riscos que os cercavam, as refeições eram feitas em um fogo de chão, depois com o tempo foi substituído. Eles plantavam feijão e milho e demais produtos.
Estas pessoas eram muito religiosas, eram devotos de Santo Antônio trouxeram sua devoção em uma imagem de madeira e construíram um capitel para esta imagem.
No ano de mil novecentos e oito, foi ocupada por Guiusto Dalmagro, Victore Tremea, Luigi Matei, Antônio Celso, Delfino Mingori e João Guizzi.
Segundo os relatos que nos contam eles encontraram grandes dificuldades, a precariedade dos meios de transportes para chegar até este destino, com os poucos recursos que tinham foram abrindo caminhos, na época eles tiveram uma pequena ajuda do governo, como: foice, machado, armas e sementes para ali se situarem.
No ano de mil oitocentos e noventa vindos da Itália os Sºs Belludo, Cremora, Tirol Padora Veneza, deixando para traz amigos e parentes e foram em busca da Terra de lá Cucagna, que quer dizer que levaram quarenta dias para chegar a terra aonde eles queriam, a viagem foi com um barco e só andavam quando o vento soprasse a seu favor quando não era ao destino jogavam correntes para poder parar a viagem, nesta viagem se algum tripulante morresse era jogado ao mar, pois não tinham outro jeito.
As primeiras casas eram feitas de madeira e seu coberto de palhas trançadas para se proteger da chuva e demais riscos que os cercavam, as refeições eram feitas em um fogo de chão, depois com o tempo foi substituído. Eles plantavam feijão e milho e demais produtos.
Estas pessoas eram muito religiosas, eram devotos de Santo Antônio trouxeram sua devoção em uma imagem de madeira e construíram um capitel para esta imagem.
No ano de
mil novecentos e dezenove, construíram uma igreja de madeira. Um dos meios de
transporte de grãos era feito por mulas de Guisto Dalmagro, os grãos eram
colocados em uma cesta de couro, na época chamada de broaca, mais tarde
surgiram as carroças e as mesmas eram puxadas por mulas. Cada carreta seguia
com nove mulas puxando, e na frente ia uma com um sino pendurado no pescoço que
servia de guia.
O filó quase
esquecido por nós era na época uma forma de encontro entre as famílias, eles
rezavam o terço, cantavam canções italianas, uma delas era o Mussoli de Fiori,
esta me lembro de que a falecida mãe cantava, e os homens jogavam cartas. Os
artesanatos que temos hoje foram originados pelas mulheres da época. Elas
faziam crochê, tricô e a “dressa” com a palha do trigo para a confecção dos
chapéus usados para o dia-a-dia.
O padre que
realizava a missa vinha de Vespasiano Corrêa. Ele realizava os casamentos,
esses eram realizados pela parte da manhã na casa da noiva, depois era realizado
o almoço, pela parte da tarde era servido, como de costume, o café colonial e
pela parte da noite, o casamento seguia com música de gaita.
O primeiro
meio de comunicação era o telefone sem fio (rádio) e tinha formato de chapéu e
funcionava com uma bateria.
Em mil
novecentos e trinta e oito, o senhor Cornélio Mattei adquiriu uma casa
comercial e expandiu suas atividades econômicas com transporte.
O primeiro
caminhão chegou por volta do ano de mil novecentos e quarenta e um e em oito de
dezembro de mil novecentos e cinquenta e um seu Cornélio em homenagem a São Cristóvão,
construiu com seus filhos na estrada um capitel, neste é realizado no mês de
janeiro a tradicional festa do padroeiro São Cristóvão, este capitel fica hoje
nas margens da RS 129, neste lugar os motoristas param e fazem suas orações
para pedir proteção em suas viagens.
Um terreno
foi doado pelo Senhor Cornélio Matei para a construção de uma escola, a qual
recebeu o nome de escola pública de nº 100, Domingos Oselame foi o primeiro
professor.
A construção
dessa escola teve como ajudantes os moradores da comunidade e no dia vinte e
sete de fevereiro do ano de mil novecentos e cinquenta e cinco a igreja de
madeira foi desmanchada e construíram uma igreja de concreto que permaneceu até
o ano de mil novecentos e noventa e sete.
Em mil
novecentos e noventa e seis iniciou-se a construção de uma nova igreja e do
ginásio de esportes da comunidade, depois de um ano de muito trabalho em seis
de junho de mil novecentos e noventa e sete a igreja e o ginásio foram
inaugurados.
Hoje a
comunidade tem aproximadamente sessenta sócios, essas pessoas quase todas vivem
da agricultura, em diversas culturas, uma das principais é destacado o cultivo
da uva, a comunidade tem instalada uma escola municipal de ensino fundamental
Cornélio Matei, é nesta que farei meu estágio, nesta escola hoje tem sessenta e
seis alunos, oito professores, uma diretora, uma funcionária, duas estagiárias,
e conta com a ajuda de uma supervisora, uma secretária da educação, a escola é
visitada por uma equipe especializada, dessa fazem parte, uma psicóloga, uma
dentista, uma nutricionista.
Bibliográfia,foto de Santo Atônio retirada do blog da Rejane.
Bibliográfia,foto de Santo Atônio retirada do blog da Rejane.

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